16 de agosto

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3/02/22 às 16h00 - Atualizado em 3/02/22 às 16h00

Área pública na QE 18 do Guará passa novamente por limpeza

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GDF Presente recupera terreno público feito de área de transbordo irregular por moradores com descarte de entulho, galhos e móveis velhos

 

Há dez anos o bombeiro militar aposentado Francisco Passos, 54 anos, vive no Guará. E durante todo esse tempo ele lida com uma situação que polui, visual e ambientalmente, a área que ele mora: um amontoado de entulho, galhos, lixo e móveis velhos descartados irregularmente, e diariamente, em um terreno público, ao lado da QE 18.

Nesta semana, o GDF Presente, programa de manutenção das cidades feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF), iniciou uma nova limpeza da área de mil metros quadrados, sob uma rede de energia da CEB. A área fica ao lado de uma pista para caminhada e trânsito de bicicletas. A ação contou com uma pá carregadeira, um caminhão carroceria, um truckado, um toco e um caminhão-pipa.

“Estamos empenhados em reduzir o descarte irregular de entulho nas vias públicas, tanto com a limpeza diária da cidade – e a implantação de mais um papa-entulho – quanto na conscientização da população para o descarte correto, assim como a separação adequada do lixo na coleta seletiva”, afirma a administradora regional do Guará, Luciane Quintana.

A região administrativa do Guará conta com um papa-entulho na QE 25, na Área Especial do Cave, abaixo da Feira Permanente no Guará II. Outro espaço semelhante está em fase de construção na Área Especial 10, ao lado do 4° Batalhão de Polícia Militar, também no Guará II. A administração regional ainda recolhe móveis em domicílio pelos canais de Ouvidoria do GDF – site ou telefone 162.

Carlos Alberto Alves é o coordenador do Polo Central, responsável pelo GDF Presente no Guará. Ele lembra que a preservação dos espaços limpos é garantia, antes de tudo, de saúde – tanto para quem mora na vizinhança quanto para quem transita por lá. “Lixos e entulhos acumulados permitem a formação de água parada, o que atrai o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya”, ressalta.

Morando a 150 metros do terreno, Francisco lida com a falta de higiene na área e com a poluição, provocada pela queima de lixos com a fumaça que chega até as casas. “O pessoal do GDF Presente vem e deixa tudo limpinho, mas os vizinhos precisam aprender que não é ali que se joga lixo”, alerta ele.

Hédio Ferreira Júnior, da Agência Brasília | Edição: Renata Lu

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